terça-feira, 16 de outubro de 2012

LinkedIn no Brasil


Brasil chega a 10 milhões de contas no LinkedIn e se torna 3º maior país no site

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O LinkedIn, rede social voltada para o mercado corporativo, anunciou nesta terça (16) ter chegado à marca de 10 milhões de contas brasileiras, o que alçou o Brasil à terceira posição de maiores nações dentro do site, junto com o Reino Unido e atrás de EUA e Índia.
O número representa um crescimento de 66% em relação ao ano passado e dez vezes a quantidade de registros brasileiros que havia em abril de 2010 (quando foi introduzida a versão lusófona da rede).
A ideia do site é facilitar contatos profissionais. Nele, é possível compartilhar arquivos, criar grupos de discussão e oferecer vagas de emprego.
CRESCIMENTO 'INCRÍVEL'
"Nosso crescimento neste mercado tem sido realmente incrível de testemunhar", disse Osvaldo Barbosa de Oliveira, gerente de operação do LinkedIn no Brasil, por meio doblog da rede.
No Facebook, há cerca de 59,6 milhões de contas brasileiras, segundo o site de pesquisa em redes sociais "Socialbakers".
Segundo o IBGE, o Brasil tem 193,9 milhões de habitantes.
Divulgação
Gráfico sobre o uso do LinkedIn no Brasil, divulgado pelo site nesta terça (16)

ENFIM OS CUBANOS COMEÇAM A TER A LIBERDADE

Aos poucos a ditadura cubana vai cedendo...veja

Cuba vai acabar com autorização prévia para viagens ao exterior

Aguardada reforma migratória começa a vigorar em 14 de janeiro de 2013.
Passaporte será necessário; exigência do visto dependerá do destino.

Do G1, com agências internacionais
70 comentários
O governo de Cuba anunciou nesta terça-feira (16) que seus cidadãos não vão mais precisar pedir permissão para fazer viagens ao exterior e que vai eliminar o requisito da chamada carta de convite a partir de 14 de janeiro de 2013. As medidas fazem parte de uma aguardada reforma migratória que começará a vigorar nesta data.
A permissão para sair da ilha é exigida desde os primeiros anos do regime de Fidel Castro. Desde a década de 1960, Cuba exige de todos os cidadãos uma permissão de saída, que autoridades podem aceitar ou negar, ao custo de US$ 150, um valor alto em um país no qual o salário mensal médio equivale a US$ 20.
Também exige uma carta de convite, emitida a pedido de parentes e amigos residentes em outros países. O custo atual do texto é de quase US$ 200 na média, dependendo do país que o cubano pretende visitar.
Como consequência, muitos cubanos escolhem sair do país de maneira ilegal, muitas vezes utilizando barcos clandestinos e pouco seguros com destino à Flórida, nos Estados Unidos.
Os sites oficiais Cubadebate e do Ministério de Relações Exteriores do país, além da edição digital do diário "Granma", divulgaram a atualização da política migratória vigente para "ajustá-la às condições do presente e do previsível futuro".
"O governo cubano, no exercício de sua soberania, decidiu eliminar o procedimento de solicitação de permissão de saída para viagens ao exterior e deixar sem efeito o requisito da carta de convite", afirma a nota publicada.
Desse modo, a partir de 14 de janeiro de 2013, o governo só exigirá a apresentação do passaporte corrente atualizado e do visto do país de destino, quando necessário. "Serão credores do dito passaporte os cidadãos cubanos que cumpram os requisitos estabelecidos na Lei de Migração".
Cubanos leem nesta terça-feira (16) em Havana o noticiário sobre a reforma na imigração (Foto: AFP)Cubanos leem nesta terça-feira (16) em Havana o noticiário sobre a reforma na imigração (Foto: AFP)
Também ficará sem efeito a necessidade de entregar a carta de convite, outro dos passos que os cubanos deviam vencer para viajar para o exterior temporariamente e voltar em segurança para a ilha.
A regra também estendeu de 11 para 24 meses a "estada no exterior dos moradores de Cuba que viajam a negócios, contados a partir da data de saída do país". Caso o cubano exceda esse tempo, ele poderá solicitar uma prorrogação.
"Quando o prazo terminar [24 meses], devem obter, com carimbo no passaporte, a constância da prorrogação do prazo correspondente, concedido por um consulado cubano", segundo o comunicado.
Os emigrados cubanos devem visitar o país com passaporte nacional expedido nos consulados cubanos, mesmo no caso de cidadania no país que residem, e devem ter ainda um visto de duração limitada a 30 dias.
A reforma migratória cubana também eleva a 24 meses o período máximo de permanência no exterior dos cubanos que viajarem por motivos particulares.
A reforma migratória foi anunciada há dois anos pelo presidente Raúl Castro, que em 2006 substituiu o irmão Fidel, afastado por doença, e acontece como parte das mudanças ocorridas gradualmente, desde o ano passado, para "atualizar" o modelo cubano.
Mas, como explicou o próprio Raúl Castro em ocasiões posteriores, essa é uma questão complexa em consequência das tensões de meio século com os Estados Unidos, onde vivem 80% do 1,5 milhão de cubanos que residem no exterior.
LimitadoNo entanto, as autoridades pretendem colocar limites para alguns setores ainda não especificados. Atualmente, médicos, cientistas e militares têm fortes restrições que tornam quase impossível deixar o país temporariamente a trabalho, turismo ou para viagens de reencontro com a família no exterior.
O governo de Raúl Castro afirmou nesta terça que "o roubo de cérebros" praticado, segundo ele, pelos Estados Unidos obrigou Cuba a "defender-se nesta frente", o que explica os limites da abertura migratória.
"Enquanto persistirem as políticas que favorecem o 'roubo de cérebros', dirigidas a despojar-nos dos recursos humanos imprescindíveis para o desenvolvimento econômico, social e científico do país, Cuba estará obrigada a manter medidas para sua defesa neste sentido", afirma um editorial do jornal oficial "Granma".
Vários decretos publicados no Diário Oficial suprimem os requisitos para as viagens a partir de 14 de janeiro. A medida teria sido solicitada por moradores, acadêmicos e artistas, como Silvio Rodríguez, pois representam um alto custo em trâmites burocráticos.
O "Granma" considera que "qualquer análise do problema migratório cubano passa inexoravelmente pela política de hostilidade que o governo dos Estados Unidos tem desenvolvido contra o país por mais de 50 anos".
De acordo com o jornal oficial do regime, "o caráter desumano desta política, que estimula por um lado as saídas ilegais do país e de outro obstrui a possibilidade de emigrar de maneira legal, ordenada e segura, tem a clara intenção de transformar os cubanos que desejam morar em outros países em supostos opositores políticos e em um fator de desestabilização interna".
O "Granma" argumenta que as fugas em massa de Camarioca (1965), Mariel (1980) e a crise dos balseiros (1994), durante as quais dezenas de milhares de pessoas abandonaram Cuba, são "consequência desta irracional e irresponsável política" de Washington.
As novas medidas anunciadas "são parte do processo irreversível de normalização das relações da emigração com sua pátria", conclui o editorial.
tópicos:

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Comunidade França-Brasil | Notícias

09/10/2012
Primeiros bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras são recebidos na França

A Embaixada do Brasil na França organizou uma recepção para os primeiros bolsistas brasileiros na França.  O evento aconteceu na Maison du Brésil, na Cidade Internacional Universitária de Paris.

Ao todo são 1.600 bolsistas brasileiros -- provenientes dos programas Ciência sem Fronteiras, Brafitec e Brafagri -- estudando  na França neste semestre.


Confira a notícia no site da Radio France Internationale.

Próxima Chamada para a França

O próximo edital para graduação sanduíche na França será lançado em novembro.

Poderão se candidatar estudantes que tenham concluído no mínimo 20% e no máximo 80% de sua graduação no Brasil, em uma das áreas prioritárias do programa. Será exigido um comprovante de nível intermediário de francês.
Acompanhe as informações sobre a chamada pelos portais www.cienciasemfronteiras.gov.br e:

'via Blog this'

domingo, 14 de outubro de 2012

Os prêmios Nobel 2012


The 2012 Nobel prizes

Good eggs

Prizes are awarded for work on stem cells, quantum mechanics and cell signalling

Oct 13th 2012 | from the print edition
THIS year’s Nobel prize for medicine went to Sir John Gurdon and Shinya Yamanaka (both pictured above) for a crucial discovery in stem-cell science: how to make what are known as pluripotent stem cells from ordinary body cells. What the citation did not say was that this work also allows clones to be made from adult animals, potentially including people.
A stem cell is one that can differentiate into daughter cells specialised for particular functions, and all the cells in a body are thus derived from stem cells. That includes the stem cells themselves, which derive from “ur” stem cells found in embryos. These embryonic stem cells are the pluripotent ones, meaning they can turn into many (sometimes all) other sorts of cell.
Pluripotent embryonic stem cells are of great value to researchers but, if the embryos they come from are human, their use is controversial. This controversy, indeed, was what had originally stimulated Dr Yamanaka to start his investigations, in the hope that embryonic cells might no longer be needed. Also, if such cells are ever to play a useful role in medicine (perhaps for repairing damaged tissue), then they will have to be available in bulk—and ideally in a form whose DNA matches that of the recipient. Sir John and Dr Yamanaka have both conducted work that should help make this possible.
Sir John’s prize-winning study, published half a century ago, in 1962, when he was at Oxford, was to transplant the nuclei of cells from adults of a frog called Xenopus laevis into enucleated eggs of that species. The eggs in question then developed into healthy adults.
This showed that DNA is not altered during embryonic development, at least in Xenopus. (That was subsequently shown to be true in other species, too.) It therefore suggested it might be possible to get an entire adult cell to perform a similar trick, without involving an egg at all.
That was what Dr Yamanaka did. He and his colleagues at Kyoto University managed to insert extra copies of four crucial genes into adult mouse cells. These genes each encode a protein of a type known as a transcription factor. Such factors control the expression of DNA. Together, these particular four can trick a cell into thinking it is part of an embryo.
In the first experiment, conducted in 2006, Dr Yamanaka did not produce complete mice, but he did turn the adult cells into pluripotent stem cells. Subsequent work has produced embryos which, if transplanted into the womb of a female mouse, will go all the way to adulthood. And in 2007 Dr Yamanaka managed to activate the same four genes in adult human cells, thus generating pluripotent human stem cells.
In principle, that opens the door to human cloning, though no one (as far as is known) has yet tried this—and in most countries such an experiment would be illegal. It also opens the door, though, to bespoke tissue repair, since it could allow cells of whatever type were desired to be grown from, say, a few skin cells and then transplanted back into the donor without risking an adverse reaction from his immune system.
How that would work in practice remains to be seen. But if it works well then Sir John and Dr Yamanaka may turn out to have been the pioneers of a whole, new field: regenerative medicine.
Trappings of success
Serge Haroche
David Wineland
The physics prize went to two cat hunters. The feline in question is Schrödinger’s cat, and the prize-winners are Serge Haroche of the Collège de France, in Paris, and David Wineland of America’s National Institute of Standards and Technology.
Erwin Schrödinger’s famous puss—famous for being both alive and dead at the same time—was born in 1935. It was part of a thought experiment intended to illustrate the bizarre nature of the quantum world, in which particles can persist in two states at once and, as a consequence, a cat can be both dead and alive. However, the cat (or, rather, subatomic particles that behave like the cat) has proved hard to hunt down in practice because such superpositions of states are fragile and easily disrupted phenomena.
Superposition is, nevertheless, crucial to the idea of building what is known as a quantum computer. Such a device would be able to carry out many calculations in parallel, with each of the superposed states acting as part of the calculation. But the computer would work only if the operator could interact with it without destroying the superposition.
Dr Haroche and Dr Wineland led independent teams which, beginning in the 1980s, devised ways to measure and manipulate particles while preserving superposition. Dr Haroche worked on photons (the particles of light and other forms of electromagnetic radiation). Dr Wineland worked on atoms.
Dr Haroche trapped his photons by getting them to bounce back and forth between two tiny superconducting mirrors. He then “entangled” them (another weird quantum process) with what are known as Rydberg atoms. A Rydberg atom is one whose outer electrons have been tweaked to make it about 1,000 times bigger than a normal atom, and the process of entanglement means that measuring the atom reveals the quantum state of the photon (just how dead and alive the “cat” is), while leaving the photon itself intact and thereby preserving its superposition.
Dr Haroche thus used atoms to probe photons. Dr Wineland, meanwhile, did the opposite. He used photons (in the form of carefully calibrated pulses of laser light) to probe atoms. The atoms in question were stripped of their outer electrons and trapped in an electric field, in a vacuum, at extremely low temperatures. The pulses served to cool them even further, by settling them into their lowest possible energy states, and then to nudge them into a superposition of two different energy states. This let them stand in for the mythical cat.
Quantum computers remain science fiction, though Dr Wineland’s group and others have managed to perform a few primitive calculations with trapped atoms, in order to prove the point. Dr Wineland has, however, built a working clock with his atoms—and it is the most accurate clock in history.
The escapement of this clock consists of two entangled atoms, one of which is used to read the inherent vibrations of the other. Those vibrations can be measured so precisely (and without interruption, because entanglement is not broken) that Dr Wineland’s clock would, had it been set running at the beginning of the universe, 13.7 billion years ago, be off today by only about five seconds.
Robert Lefkowitz
Brian Kobilka
The chemistry prize, as is now almost a Nobel tradition, went for work that might equally have won one of the other two—in this case the medicine prize. The laureates were Robert Lefkowitz of Duke University and Brian Kobilka of Stanford, who between them laid the groundwork for the study of what are known as G-protein-coupled receptors.
A G-protein-coupled receptor is a protein that floats in a cell’s surface membrane. Its job is to pass signals from the outside world to the cellular interior. It does this by interacting with a small molecule such as adrenalin (known as a ligand), in a way that causes its shape to change. That shape-change releases into the cell a piece of a second protein, known as a G-protein (because it likes to bind to molecules containing a substance called guanine), that had previously been attached to the part of the receptor that is inside the cell, below the membrane.
This release, in turn, stimulates a chain of chemical reactions which cause the cell to change its behaviour in some way. Exactly which way depends on which G-protein is released, which depends on which receptor was tickled, which depends on which ligand did the tickling. Given that around 1,000 different G-protein-coupled receptors have (thanks to the Human Genome Project) now been discovered, the result is a sophisticated system whereby cells can regulate each other by secreting appropriate ligands.
Hitting the G-spot
This web of receptors also provides a rich supply of drug targets. For example, nine sorts of G-protein-coupled receptor respond (in different ways) to adrenalin or its cousin noradrenaline. By crafting drugs known as beta-blockers, which interact mainly with just one of these (a version of the beta adrenergic receptor), pharmacologists have devised a way of mimicking some of adrenalin’s functions (those concerned with regulating the heart) without stimulating others, such as the fight-or-flight reaction in the brain. Knowing all of the receptors affected by adrenalin enables researchers to tailor drugs in ways that minimise undesired interactions, and thus to reduce the risk of side effects.
Dr Lefkowitz’s roles in this story were first to identify several receptors using radioactive ligands, and then to clone, in 1986, the gene for beta adrenergic receptors—the first time this had been done for any G-protein-coupled receptor gene. The other eight quickly followed.
Dr Kobilka, who worked alongside Dr Lefkowitz before he moved to Stanford, then discovered the structure of beta receptors using X-ray crystallography. He confirmed that their amino-acid chains weave in and out of the cell seven times, a pattern repeated in all G-protein-coupled receptors (the molecules are sometimes also referred to as seven-transmembrane receptors). The consequence has been a revolution in medical understanding, for it is now known that about half the drugs on the market work by interacting with G-protein-coupled receptors.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012


SOMETIME in the dark stretch of the night it happens. Perhaps it’s the chime of an incoming text message. Or your iPhone screen lights up to alert you to a new e-mail. Or you find yourself staring at the ceiling, replaying the day in your head. Next thing you know, you’re out of bed and engaged with the world, once again ignoring the often quoted fact that eight straight hours of sleep is essential.
Brendan Monroe

Related

Brendan Monroe

Readers’ Comments

Readers shared their thoughts on this article.
Sound familiar? You’re not alone. Thanks in part to technology and its constant pinging and chiming, roughly 41 million people in the United States — nearly a third of all working adults — get six hours or fewer of sleep a night, according to a recent report from the Centers for Disease Control and Prevention. And sleep deprivation is an affliction that crosses economic lines. About 42 percent of workers in the mining industry are sleep-deprived, while about 27 percent of financial or insurance industry workers share the same complaint.
Typically, mention of our ever increasing sleeplessness is followed by calls for earlier bedtimes and a longer night’s sleep. But this directive may be part of the problem. Rather than helping us to get more rest, the tyranny of the eight-hour block reinforces a narrow conception of sleep and how we should approach it. Some of the time we spend tossing and turning may even result from misconceptions about sleep and our bodily needs: in fact neither our bodies nor our brains are built for the roughly one-third of our lives that we spend in bed.
The idea that we should sleep in eight-hour chunks is relatively recent. The world’s population sleeps in various and surprising ways. Millions of Chinese workers continue to put their heads on their desks for a nap of an hour or so after lunch, for example, and daytime napping is common from India to Spain.
One of the first signs that the emphasis on a straight eight-hour sleep had outlived its usefulness arose in the early 1990s, thanks to a history professor at Virginia Tech named A. Roger Ekirch, who spent hours investigating the history of the night and began to notice strange references to sleep. A character in the “Canterbury Tales,” for instance, decides to go back to bed after her “firste sleep.” A doctor in England wrote that the time between the “first sleep” and the “second sleep” was the best time for study and reflection. And one 16th-century French physician concluded that laborers were able to conceive more children because they waited until after their “first sleep” to make love. Professor Ekirch soon learned that he wasn’t the only one who was on to the historical existence of alternate sleep cycles. In a fluke of history, Thomas A. Wehr, a psychiatrist then working at the National Institute of Mental Health in Bethesda, Md., was conducting an experiment in which subjects were deprived of artificial light. Without the illumination and distraction from light bulbs, televisions or computers, the subjects slept through the night, at least at first. But, after a while, Dr. Wehr noticed that subjects began to wake up a little after midnight, lie awake for a couple of hours, and then drift back to sleep again, in the same pattern of segmented sleep that Professor Ekirch saw referenced in historical records and early works of literature.
It seemed that, given a chance to be free of modern life, the body would naturally settle into a split sleep schedule. Subjects grew to like experiencing nighttime in a new way. Once they broke their conception of what form sleep should come in, they looked forward to the time in the middle of the night as a chance for deep thinking of all kinds, whether in the form of self-reflection, getting a jump on the next day or amorous activity. Most of us, however, do not treat middle-of-the-night awakenings as a sign of a normal, functioning brain.
Doctors who peddle sleep aid products and call for more sleep may unintentionally reinforce the idea that there is something wrong or off-kilter about interrupted sleep cycles. Sleep anxiety is a common result: we know we should be getting a good night’s rest but imagine we are doing something wrong if we awaken in the middle of the night. Related worries turn many of us into insomniacs and incite many to reach for sleeping pills or sleep aids, which reinforces a cycle that the Harvard psychologist Daniel M. Wegner has called “the ironic processes of mental control.”
As we lie in our beds thinking about the sleep we’re not getting, we diminish the chances of enjoying a peaceful night’s rest.
This, despite the fact that a number of recent studies suggest that any deep sleep — whether in an eight-hour block or a 30-minute nap — primes our brains to function at a higher level, letting us come up with better ideas, find solutions to puzzles more quickly, identify patterns faster and recall information more accurately. In a NASA-financed study, for example, a team of researchers led by David F. Dinges, a professor at the University of Pennsylvania, found that letting subjects nap for as little as 24 minutes improved their cognitive performance.
In another study conducted by Simon Durrant, a professor at the University of Lincoln, in England, the amount of time a subject spent in deep sleep during a nap predicted his or her later performance at recalling a short burst of melodic tones. And researchers at the City University of New York found that short naps helped subjects identify more literal and figurative connections between objects than those who simply stayed awake.
Robert Stickgold, a professor of psychiatry at Harvard Medical School, proposes that sleep — including short naps that include deep sleep — offers our brains the chance to decide what new information to keep and what to toss. That could be one reason our dreams are laden with strange plots and characters, a result of the brain’s trying to find connections between what it’s recently learned and what is stored in our long-term memory. Rapid eye movement sleep — so named because researchers who discovered this sleep stage were astonished to see the fluttering eyelids of sleeping subjects — is the only phase of sleep during which the brain is as active as it is when we are fully conscious, and seems to offer our brains the best chance to come up with new ideas and hone recently acquired skills. When we awaken, our minds are often better able to make connections that were hidden in the jumble of information.
Gradual acceptance of the notion that sequential sleep hours are not essential for high-level job performance has led to increased workplace tolerance for napping and other alternate daily schedules.
Employees at Google, for instance, are offered the chance to nap at work because the company believes it may increase productivity. Thomas Balkin, the head of the department of behavioral biology at the Walter Reed Army Institute of Research, imagines a near future in which military commanders can know how much total sleep an individual soldier has had over a 24-hour time frame thanks to wristwatch-size sleep monitors. After consulting computer models that predict how decision-making abilities decline with fatigue, a soldier could then be ordered to take a nap to prepare for an approaching mission. The cognitive benefit of a nap could last anywhere from one to three hours, depending on what stage of sleep a person reaches before awakening.
Most of us are not fortunate enough to work in office environments that permit, much less smile upon, on-the-job napping. But there are increasing suggestions that greater tolerance for altered sleep schedules might be in our collective interest. Researchers have observed, for example, that long-haul pilots who sleep during flights perform better when maneuvering aircraft through the critical stages of descent and landing.
Several Major League Baseball teams have adapted to the demands of a long season by changing their sleep patterns. Fernando Montes, the former strength and conditioning coach for the Texas Rangers, counseled his players to fall asleep with the curtains in their hotel rooms open so that they would naturally wake up at sunrise no matter what time zone they were in — even if it meant cutting into an eight-hour sleeping block. Once they arrived at the ballpark, Montes would set up a quiet area where they could sleep before the game. Players said that, thanks to this schedule, they felt great both physically and mentally over the long haul.
Strategic napping in the Rangers style could benefit us all. No one argues that sleep is not essential. But freeing ourselves from needlessly rigid and quite possibly outdated ideas about what constitutes a good night’s sleep might help put many of us to rest, in a healthy and productive, if not eight-hour long, block.
David K. Randall is a senior reporter at Reuters and the author of “Dreamland: Adventures in the Strange Science of Sleep.”
Tradução
Em algum momento no escuro da noite acontece. Talvez seja o sinal sonoro de uma mensagem de texto de entrada. Ou a tela do iPhone acende para alertá-lo para um novo e-mail. Ou você se encontra olhando para o teto, repetindo o dia em sua cabeça. Próxima coisa que você sabe, você está fora da cama e envolvido com o mundo, mais uma vez, ignorando o fato de muitas vezes citado que em linha reta de oito horas de sono é essencial.
Ampliar esta imagem Brendan Monroe relacionado vezes tópico: Comentários leitores sono ampliar esta imagem Brendan Monroe dos leitores compartilhou seus pensamentos sobre este artigo.
Leia todos os comentários (185)» soa familiar? Você não está sozinho. Graças em parte à tecnologia e seu ping constante e repique, cerca de 41 milhões de pessoas nos Estados Unidos — quase um terço de todos os adultos de trabalho — obter seis horas ou menos de sono por noite, segundo um relatório recente dos centros de controle e prevenção de doenças. E privação do sono é uma aflição que atravessa linhas econômicas. Cerca de 42 por cento dos trabalhadores na indústria de mineração são privados de sono, enquanto cerca de 27 por cento dos trabalhadores da indústria financeira ou seguro compartilhar a mesma queixa.

Normalmente, menção de nossa crescente insônia é seguida por chamadas para bedtimes anteriores e sono uma mais longa noite de. Mas esta directiva pode ser parte do problema. Ao invés de ajudar-na descansar mais, a tirania do bloco de oito horas reforça uma concepção estreita do sono e como devemos abordá-lo. Algum tempo passamos jogando e girando mesmo pode resultar de equívocos sobre sono e nossas necessidades corporais: na verdade, nossos corpos nem nossos cérebros são construídos para aproximadamente um terço de nossas vidas que passamos na cama.

A idéia de que nós deve dormir em blocos de oito horas é relativamente recente. O mundo população dorme em vários e formas surpreendentes. Milhões de trabalhadores chineses continuam a colocar suas cabeças em suas mesas para uma soneca de uma hora ou mais depois do almoço, por exemplo, e dormindo durante o dia é comum da Índia à Espanha.

Um dos primeiros sinais que a ênfase em um sono de oito horas em linha reta tinha sobrevivido a sua utilidade surgiu na década de 1990, graças a uma história professor na Universidade Virginia Tech chamado A. Roger Ekirch, que passou horas investigando a história da noite e começou a notar estranhas referências para dormir. Um personagem em "Contos de Canterbury", por exemplo, decide voltar para a cama depois de seu "sono firste". Um médico na Inglaterra escreveu que o tempo entre o "primeiro sono" e o "segundo dormir" foi o melhor momento para estudo e reflexão. E médico francês do século XVI um concluiu que os trabalhadores foram capazes de conceber mais filhos porque eles esperaram até depois de seu sono"primeiro" para fazer amor. Professor Ekirch logo soube que ele não era o único que era sobre a existência histórica de ciclos de sono alternativo. Em um golpe de sorte da história, Thomas A. Wehr, um psiquiatra, então trabalhando no Instituto Nacional de Saúde Mental, em Bethesda, Maryland, estava conduzindo um experimento em que sujeitos foram privados de luz artificial. Sem a iluminação e distração de lâmpadas, televisores ou computadores, os assuntos dormiam durante a noite, pelo menos no início. Mas, após um quando, Dr. Wehr notou que indivíduos começaram a despertar um pouco depois da meia-noite, encontram-se acordado por um par de horas e deriva, em seguida, voltar a dormir novamente, no mesmo padrão de sono segmentado que Professor Ekirch vi referenciado nos registros históricos e cedo trabalhos da literatura.

Parecia que, dada a oportunidade de ser livre da vida moderna, o corpo naturalmente contentaria em um horário de sono de split. Temas cresceram como experimentando noturna de uma maneira nova. Uma vez que eles quebraram a sua concepção de sono que formulário deve vir, eles olharam para a frente o tempo no meio da noite como uma oportunidade para o pensamento profundo de todos os tipos, seja na forma de auto-reflexão, recebendo um salto no dia seguinte ou atividade amorosa. A maioria de nós, no entanto, não tratar despertares médio da noite como um sinal de um cérebro normal, funcionando.

Médicos que vendem produtos de auxílio de sono e chamam para mais sono involuntariamente podem reforçar a idéia de que há algo errado ou fajuta sobre ciclos de sono interrompido. Ansiedade de sono é um resultado comum: sabemos que nós deve estar recebendo uma boa noite de descanso, mas imagino que estão fazendo algo errado, se vamos acordar no meio da noite. Preocupações relacionadas com muitos de nós transformam insones e incitam muitos para chegar a pílulas para dormir ou soníferos, o que reforça um ciclo que o psicólogo de Harvard Daniel M. Wegner chamou "os irônicos processos de controle mental."

Como nós mentimos em nossas camas, pensando sobre o sono não está recebendo, podemos diminuir as possibilidades de desfrutar de descanso uma tranquila noite de.

Isto, apesar do fato de que uma série de estudos recentes sugere que qualquer sono profundo — em um bloco de oito horas ou uma soneca de 30 minutos — primos nossos cérebros a funcionar a um nível superior, deixando-na vir acima com idéias melhores, encontrar soluções para os enigmas mais rapidamente, identificar padrões mais rápido e lembre-se de informações com mais precisão. Em um estudo da NASA-financiado, por exemplo, uma equipe de pesquisadores liderados por David F. Dinges, professor da Universidade da Pensilvânia, descobriu que deixar assuntos nap para tão pouco como 24 minutos melhorou seu desempenho cognitivo.

Em outro estudo realizado por Simon Durrant, professor na Universidade de Lincoln, na Inglaterra, a quantidade de tempo gasto de um assunto em sono profundo durante uma soneca previu seu desempenho mais tarde no recordando um estouro curto de tons melódicos. E pesquisadores na City University de Nova York descobriram que sestas curtas ajudaram sujeitos identificar mais literais e figurativas conexões entre objetos do que aqueles que simplesmente ficou acordado.

Robert Stickgold, professor de psiquiatria em Harvard Medical School, propõe que sono — incluindo sestas curtas que incluem sono profundo — oferece nossos cérebros, a chance de decidir quais informações novas para manter e o que atirar. Que poderia ser uma razão que nossos sonhos são carregados de parcelas estranhas e personagens, um resultado do cérebro tentando encontrar conexões entre o que ele aprendeu recentemente e o que está armazenado em nossa memória de longo prazo. Sono de movimento rápido dos olhos, assim chamado porque os pesquisadores que descobriram este estágio do sono foram surpreso ao ver as pálpebras esvoaçantes de dormir temas — é a única fase de sono, durante o qual o cérebro é tão ativo como é quando estamos plenamente conscientes e parece oferecer nossos cérebros a melhor chance para vir acima com idéias novas e aprimorar recentemente adquiriram habilidades. Quando nós despertar, nossas mentes são frequentemente mais capazes de fazer conexões que estavam escondidos no emaranhado de informações.

Gradual aceitação da noção de que horas de sono seqüencial não são essenciais para o desempenho de alto nível de emprego levou-se a tolerância aumentada no local de trabalho para cochilando e outras programações diárias alternativas.

Funcionários do Google, por exemplo, são oferecidos a chance de cochilar no trabalho porque a empresa acredita que pode aumentar a produtividade. Thomas Balkin, chefe do departamento de biologia do comportamento do Walter Reed Exército Instituto de pesquisas, imagina num futuro próximo, em que os comandantes militares podem saber quanto o sono total um soldado individual tem tido ao longo de um prazo de 24 horas graças a relógio de pulso tamanho sono monitores. Após consulta a modelos de computador que predizem habilidades de tomada de decisão como declínio com fadiga, um soldado, em seguida, poderia ser ordenado tirar um cochilo para se preparar para uma missão se aproxima. O benefício cognitivo de uma soneca pode durar de uma a três horas, dependendo de qual fase de sono uma pessoa chega antes do despertar.

A maioria de nós não têm a sorte de trabalhar em ambientes de escritório que permitem, muito menos smile upon, cochilando no trabalho. Mas há cada vez mais sugestões que maior tolerância para horários de sono alterados pode ser do nosso interesse coletivo. Pesquisadores observaram, por exemplo, pilotos de longa distância que dormem durante vôos melhor desempenho ao manobrar a aeronave através das fases críticas de descida e aterrissagem.

Várias equipes da Major League Baseball adaptaram-se às exigências de uma longa temporada, mudando seus padrões de sono. Fernando Montes, a antiga força e preparador para o Texas Rangers, aconselhou os seus jogadores a adormecer com as cortinas em aberto para que eles naturalmente acordar ao amanhecer, não importa qual fuso horário, eles estavam em seus quartos de hotel, mesmo que isso significasse o corte em um bloco de sono de oito horas. Uma vez que eles chegaram ao estádio, Montes poderia configurar uma zona tranquila onde eles poderiam dormir antes do jogo. Os jogadores, disse que, graças a essa agenda, eles sentiram grandes fisicamente e mentalmente a longo prazo.

Estratégico cochilando no estilo Rangers poderia beneficiar-na todos. Ninguém argumenta que o sono não é essencial. Mas libertar-nos de desnecessariamente rígida e muito possivelmente idéias ultrapassadas sobre o que constitui sono uma boa noite de podem ajudar a colocar muitos de nós para descanso, em um saudável e produtivo, se não longo de oito horas, bloquear.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Enfermeira com TB contamina bebes

A Secretaria Municipal de Saúde confirmou três casos de tuberculose em recém-nascidos entre fevereiro e maio deste ano na maternidade do Hospital Madre Theodora. A confirmação, no entanto, só aconteceu no mês de agosto e divulgada à imprensa nesta quinta-feira (20).  A contaminação se deu  por uma técnica de enfermagem que estava com a doença. Os casos foram identificados pela Vigilância Epidemiológica em Saúde. 

Em nota oficial (leia a íntegra abaixo), o Hospital e Maternidade Madre Theodora, confirma que assim que  recebeu a notificação da Vigilância Epidemiológica, investigou o caso e localizou um funcionário com tuberculose pulmonar. O funcionário, que estava em férias desde o dia 1° de julho, está afastado do trabalho. Ainda de acordo com a nota, o Madre Theodora realizou uma investigação para descartar a doença em pessoas próximas da fonte e está fazendo o mesmo com todo o seu quadro de funcionários. Até agora não há nenhum outro caso dentro da instituição.
A tuberculose é uma doença infecciosa e curavel. Ela é causada por uma bactéria chamada de Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como Bacilo de Koch, em homenagem a Robert Koch, médico alemão que identificou a bactéria. A doença é bastante conhecida por afetar principalmente os pulmões, mas também pode atingir outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Apesar da simplicidade do contágio, somente de 5% a 10% dos infectados pelo Bacilo de Koch desenvolvem a doença, nos demais, o sistema imunológico combate a exposição.
As três crianças receberam o diagnóstico de tuberculose  em atendimento nos hospitais Maternidade Celso Pierro, Hospital Mário Gatti e Centro Médico. De acordo com a enfermeira sanitarista  Brigina Kemp, o foco de transmissão já foi afastado do hospital onde ocorreu a transmissão e as três crianças já deram início ao tratamento e respondem bem. Apenas uma continua internada.

Desde a última terça-feira (18), o hospital começou a encaminhar cartas para as residências das crianças nascidas entre janeiro e junho deste ano para que as crianças que tiveram contato direto com a fonte passem por investigação. Inicialmente, 354 crianças devem ser chamadas.

Em seguida, outras 1.303 crianças deverão ser chamadas. A carta indicará a data de comparecimento. Brigina informou que se trata de uma transmissão focal e não há motivo para pânico já que o foco de transmissão foi contido. “Não há mais risco a partir daquela situação. As pessoas podem ficar tranquilas”, disse. Todos os 800 funcionários da instituição também passaram por avaliação. De acordo com a literatura médica, este é o segundo caso descrito de transmissão interhospitalar de tuberculose em recém-nascidos. O primeiro caso aconteceu na Itália.


CONFIRA NOTA OFICIAL DO MADRE THEODORA

'No último mês de agosto, foram confirmados três casos de tuberculose em bebês na cidade de Campinas. Os diagnósticos foram realizados no Centro Médico, no Hospital e Maternidade Celso Pierro e no Hospital Municipal Dr. Mario Gatti. As crianças diagnosticadas nasceram no Hospital e Maternidade Madre Theodora no período de fevereiro a maio de 2012.


Apesar de a tuberculose possuir tratamento e cura, para evitar uma disseminação da enfermidade, é necessário realizar avaliações para descartar possíveis quadros da doença e garantir o bem estar e saúde dos possíveis expostos.

O Hospital e Maternidade Madre Theodora, assim que recebeu a notificação da Vigilância Epidemiológica, investigou o caso e localizou um colaborador com tuberculose pulmonar. O funcionário, que estava em férias desde o dia 1° de julho, durante este período, foi diagnosticado no Hospital e Maternidade Celso Pierro. Desde então ele continua afastado de suas atividades profissionais. O Madre Theodora realizou uma investigação para descartar a doença em pessoas próximas da fonte e está fazendo o mesmo com todo o seu quadro de funcionários por meio da realização de exames de Raio-X de Tórax e PPD (Derivado de Proteína Purificada). Vale ressaltar que não há nenhum outro caso dentro da instituição.

Para proporcionar mais tranquilidade aos seus pacientes, o hospital, em conjunto com a Vigilância Epidemiológica do Estado e do município, também começará a investigar se existem outros casos da doença nos bebês nascidos na instituição entre os meses de janeiro e junho de 2012. Este processo se dará em duas etapas: na primeira, serão examinados os que tiveram contato direto com a fonte; em seguida os que puderam ter sido expostos a ela. Os pais das crianças receberão uma carta em suas residências com uma data de comparecimento agendada, para a realização de consulta médica e exames, que iniciarão a partir da semana do dia 24 de setembro.

Sobre a doença

A tuberculose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada de Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como Bacilo de Koch, em homenagem a Robert Koch, médico alemão que identificou a bactéria. A doença é bastante conhecida por afetar principalmente os pulmões, mas também pode atingir outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

Transmitida por meio de aerosol (minúsculas gotículas de saliva), a tuberculose tem como sintoma mais comum a tosse, que no início é seca e contínua. Com o passar do tempo, apresenta secreção, podendo se transformar em uma tosse com pus ou sangue.

Entre as décadas de 80 e 90, quando se começou a falar sobre HIV, a infecção por tuberculose voltou a ser uma grande preocupação, já que pacientes com a imunidade comprometida são mais suscetíveis ao bacilo. Além da AIDS, pessoas com diabetes, insuficiência renal crônica (IRA), desnutridas, idosos doentes, usuários de álcool e outras drogas/tabagistas, pulmonares crônicas estão mais propensas a contrair a tuberculose.

Em 2010, aproximadamente 6,2 milhões de casos foram notificados. O Brasil é o 16° país com maior incidência de tuberculose no mundo. No entanto, esta incidência tem caído consideravelmente nos últimos anos. Enquanto em 1999 era de 51 casos para cada 100.000 habitantes, em 2007 já havia caído para 38 por 100.000.

Apesar da simplicidade do contágio, somente de 5% a 10% dos infectados pelo Bacilo de Koch desenvolvem a doença, nos demais, o sistema imunológico combate a exposição.

Nas crianças, principalmente nos lactantes, o diagnóstico é muito difícil, pois elas não apresentam sintomas bem característicos como febre vespertina, tosse produtiva, sudorese noturna e emagrecimento, comuns nos adultos, por exemplo. Elas geralmente possuem quadros pulmonares arrastados, que são tratados, mas retornam e parecem não sarar por completo, apresentam principalmente dificuldades de ganho de peso, além de apresentarem manifestações extra - pulmonares.

A tuberculose, no entanto tem cura. O tratamento indicado acontece à base de um esquema de drogas antibacterianas associadas: rifampicina (R), isoniazida (H), pirazinamida (Z) e etambutol (E). O tratamento deve ser feito por no mínimo seis meses, sem interrupção, diariamente. É importante frisar que os pacientes deixam de transmitir a tuberculose após aproximadamente 15 dias de tratamento e que bebês não transmitem a bactéria. O indivíduo pode voltar a transmitir a doença caso não complete o tratamento pelo período indicado.

A suspeita da doença é levantada pela história clínica de tosse por mais de três semanas, sem outra causa. O raio-x de tórax é um exame que ajuda a confirmar a suspeita quando apresenta resultado alterado. O diagnóstico, que comprova a doença, é realizado por meio da coleta de escarro com pesquisa e cultura de agente da tuberculose positivo.

Existe uma vacina chamada de BCG, que faz parte do calendário vacinal nacional, e é administrada em recém-nascidos, ou o mais precocemente possível, para evitar formas graves de tuberculose como a neurológica e miliar'.