terça-feira, 11 de setembro de 2012

Universidade na Pesquisa/




A lógica da pesquisa na

domingo, 9 de setembro de 2012

Ir par Estdos Unidos ainda é a preferência dos estudantes



Liderança nos diferentes níveis de ensino fazem dos EUA o "queridinho" dos intercambistas

  • Karen Bleier/AFP Bandeiras norte-americanas em Washington (EUA), com cúpula do Capitólio ao fundo
“Os Estados Unidos continuam sendo um dos destinos preferidos pelos estudantes do Brasil, por causa da qualidade e prestígio associados a um diploma americano”, diz Adele Ruppe, conselheira para assuntos de educação e cultura da embaixada dos Estados Unidos.
Os rankings internacionais confirmam esse reconhecimento. Segundo a lista do Times Higher Education Supplement de 2012, 44 das 100 melhores universidades do mundo são estadunidenses e, dentre as dez primeiras, sete estão nos EUA.
Proporção parecida é apontada pelo ranking publicado pelo jornal inglês Financial Times em 2011, que aponta que dez das 20 melhores escolas de MBA (pós-graduação especializada em gestão) do mundo estão no gigante da América do Norte.

"High school": bom e bem mais barato

Voltado para quem tem entre 14 e 18 anos, os programas de "high school" (ensino médio) dos Estados Unidos são os mais antigos do mundo e, em relação ao custo, ainda estão entre as melhores opções.
O estudante pode escolher entre escolas particulares e públicas. As públicas são chamadas de “Public USA”. São escolas mistas (meninos e meninas juntos) que oferecem o curso gratuitamente a estrangeiros e contam com famílias voluntárias para oferecer hospedagem. Esse programa dura no máximo um ano letivo.

Para estudar por mais tempo no país (há a opção de fazer, inclusive, todo o ensino médio nos EUA), o estudante e seus pais terão de escolher uma escola particular, onde poderão morar com famílias ou na própria residência da escola, as chamadas "boarding schools". A vantagem dessas escolas é que enfatizam mais a área acadêmica e a preparação para o ingresso nas melhores escolas do mundo.

Estados Unidos

Foto 3 de 14 - Universidade de MIchigan Andrew Horne
Em ambos os casos, o planejamento deve começar com pelo menos um ano de antecedência, já que as vagas para estudantes internacionais são limitadas.
O primeiro semestre começa em agosto e o segundo, em janeiro. Durante o ano, além das férias de verão, que vão de junho a setembro, há dois intervalos de duas semanas: um na semana das festas de fim de ano e outro em março -chamado de "spring break" (intervalo da primavera, em tradução livre).
O investimento é muito mais baixo do que em outros destinos, como o Canadá, por exemplo. O custo anual de um curso de "high school" nos Estados Unidos, segundo valores de 2012, parte de US$ 8.500*, metade do mesmo tipo de curso no Canadá, que parte de US$ 17 mil*.

Custos e bolsas

Sem subsídio governamental, custa caro fazer graduação ou pós-graduação nos Estados Unidos. Estudantes devem dispor de pelo menos US$ 40 mil* anuais para fazer uma graduação e de pelo menos US$ 70 mil* para cursar pós. A estimativa inclui, além do curso, custos com hospedagem, alimentação e transporte.
Para a pós-graduação, a opção é procurar universidades que oferecem opções de financiamento. Há instituições que parcelam o curso em até 25 anos, mesmo para estrangeiros, como a Chicago GSB, Columbia Business School, Stanford GSB e a Harvard Business School, que estão entre as 20 melhores do mundo.
O governo americano tem um programa chamado "Universidades Acadêmicas", para estudantes que não têm condições financeiras, sejam bons academicamente e tenham capacidade de liderança.
Para saber mais sobre esses programas, procure um dos escritórios da EducationUSA, organização que fornece informações sobre todas as instituições de graduação e pós reconhecidas nos EUA.
*Clique para converter o valor em real (R$)

Holanda também tem vantagens, é mais em conta que estudar em Londres


Holanda tem o terceiro melhor sistema educacional do mundo


  • Divulgação/Nuffic Neso Brazil Vista aérea da cidade de Roterdã, a segunda maior da Holanda
Educação de qualidade, variedade de museus, população amistosa e cervejas de primeira linha. Tudo isso em um único lugar: Holanda.
Segundo o ranking “Times Higher Education 2011”, o país é o terceiro colocado na listagem dos melhores sistemas educacionais. São cerca de 1.500 cursos disponíveis para estrangeiros, entre os de graduação, os de pós-graduação e aqueles de curta duração, afirma Remon Daniel Boef, diretor da Nuffic Neso Brasil, fundação que representa o ensino holandês no Brasil.
Apesar da língua oficial ser o holandês, há cursos de graduação ministrados em inglês, alemão e francês. Para candidatar-se a uma vaga, o estudante deve buscar o curso desejado no site da Neso Brazil, entrar em contato com a universidade e enviar histórico acadêmico. Algumas universidades exigem teste de proficiência na língua do curso.
“O bom é que a própria universidade faz os trâmites do visto estudantil, o que facilita muito a vida do intercambista”, ressalta Boef.
O destino europeu, ainda pouco explorado pelos brasileiros, é um prato cheio para estudantes que desejam unir os estudos a uma vida cultural e noturna robusta. Amsterdã, Haia, Roterdã, Utrecht e Groningen estão entre as cidades mais visitadas.
O país é também um bom destino para quem deseja aprender inglês, uma vez que mais de 80% da população domina o idioma fluentemente. O fato de a Holanda estar localizada no centro da Europa possibilita que o intercambista aprenda também um pouco de alemão.
Cursos técnicos ou graduação
O perfil acadêmico holandês é diferente do brasileiro e tende a privilegiar a aplicação daquilo que se vê em sala de aula. “Existem escolas públicas e privadas de qualidade na Holanda, sendo que todas seguem a metodologia de ensino aplicado, em que o estudante deve agregar conhecimento dentro e fora da sala de aula e ser preparado para a vida”, explica Marcos Guimarães, consultor de vendas da agência de intercâmbio STB.
Foto 9 de 15 - Tulipas em campo na província de Noord-Holland Divulgação/Nuffic Neso Brazil
Algumas universidades, complementa Boef, também têm parcerias com multinacionais sediadas na Holanda, como Philips, Shell e Unilever. Durante o período estudantil, os alunos podem se candidatar a uma oportunidade e adquirir experiência internacional.
“A boa notícia é que, se o estágio fizer parte da grade curricular da universidade, não é preciso autorização, nem visto de trabalho”, destaca o diretor da Nuffic Neso Brasil.
Opções de lazer
Para equilibrar a rotina de estudos, a Holanda traz um cardápio variado de lazer: desde bares que vendem as famosas cervejas holandesas e praias repletas de jovens estudantes até museus que retratam a cultura e a história desse país europeu.
De acordo com Boef, as terras holandesas abrigam mais de 1.000 museus, além de obras arquitetônicas e artes de rua de encher os olhos de estudantes de arquitetura e design. “A diversidade cultural holandesa é o maior atrativo para os mais de 500 brasileiros que decidem estudar no país anualmente”, contabiliza ele.
As praias holandesas, geralmente localizadas próximas ao centro, são o ponto de encontro de jovens estudantes e turistas.
A forte ventania na orla, contudo, traz uma cena bastante atípica aos brasileiros: banhistas dentro de buracos feitos na areia para o bloqueio do vento -o clima na Holanda varia de -5°C a mais de 30°C.
Como o país é pequeno, é possível conhecer várias cidades durante o período do intercâmbio. A forma mais fácil de viajar pelo país é utilizando a eficiente rede ferroviária.
Destino econômico
Para quem pretende estudar inglês, a Holanda é um destino econômico para quem não pode –e não quer– gastar muito.
De acordo com a STB, enquanto um ano de estudos em Londres (sem passagem) custa 20 mil euros* (cerca de US$ 24,5 mil), o mesmo período na Holanda (sem passagem área) custa 7.000 euros* (cerca de US$ 8,6 mil). O motivo da diferença é que o governo holandês oferece bolsas de estudos aos brasileiros, o que barateira –e muito- o pacote de intercâmbio.
O custo de vida holandês também é bastante enxuto. Segundo ex-intercambistas entrevistados pelo UOL, dá para viver bem com a partir de 800 euros* (US$ 982), uma vez que não é necessário gastar com segurança e saúde.

Inglaterra, o segundo país maior produtor de Ciência do mundo. Esta é sua oportunidade de entrar no Programa CSF e estudar na Inglaterra



Bolsas de estudo de ensino superior viabilizam sonho de ir para a Inglaterra


  • Richard Lewis/AP Vista da Elizabeth Tower, do relógio Big Ben, e do Parlamento britânico, em Londres
A Inglaterra mantém-se como um dos destinos favoritos de quem quer estudar inglês, segundo as agências de intercâmbio CI, STB e Expo Mundi. Segundo o British Council, mais de 600 mil estudantes por ano vão ao Reino Unido (que abrange, além da Inglaterra, o País de Gales, a Escócia e a Irlanda do Norte).
Apesar de a maioria viajar em busca de cursos de inglês, a Inglaterra também oferece opções para quem quer fazer faculdade ou pós-graduação em algumas das universidades mais conceituadas do mundo. O país é sede de instituições que são referência mundial como Cambridge, Oxford, Lincoln University e London Business School.
Para quem sonha em ir para a terra da rainha, mas não tem condições de arcar com todos os custos, há bolsas de estudos e financiamentos para "high school", graduação, mestrado e doutorado. Mais informações no site do British Council.
Segundo a embaixada britânica, as bolsas de pós-graduação oferecidas para o Brasil nos anos de 2012 e 2013 priorizarão as áreas de Mudança Climática, Desenvolvimento Sustentável e Energia; Resolução de Conflitos e Segurança; Finanças e Economia; Relações Internacionais, Direitos Humanos e Desenvolvimento; Política e Administração Esportiva; e Direito.
Outra possibilidade é concorrer a bolsas para intercâmbio sanduíche pelo programa Ciências sem Fronteiras, do governo federal.
Foto 1 de 16 - A famosa torre do Big Ben, em Londres, foi renomeada e agora se chama Elizabeth Tower Paul Hackett/Reuters

Curso de inglês

Em Londres, um curso de inglês de quatro semanas, com 20 aulas por semana , acomodação em casa de família em quarto individual, meia pensão e taxa de matrícula pode ser encontrado a partir de 1.400 libras* (US$ 2.200), segundo a CI. É possível encontrar cursos equivalentes por um valor menor na Irlanda ou no Canadá, por exemplo.
Quando for calcular outros gastos da viagem, leve em conta que, além do valor do curso, é preciso considerar que comida e transporte serão pagos em libra, moeda mais valorizada que o euro e que o dólar.
Transporte público permite conhecer todo o país
Aproveite as qualidades do transporte público para conhecer todos os cantos do país. A estrutura ferroviária garante facilidade de acesso a quase todas as cidades da Inglaterra e permitirá que o intercambista conheça lugares como as praias de Bournemouth e de Brighton ou Salisbury, Bristol e Oxford, localidades históricas cheias de igrejas e castelos medievais.
"Para passear entre cidades, compre com antecedência a passagem. O ônibus costuma ser mais barato porém mais lento do que o trem", recomenda o intercambista André Frank, que fez doutorado sanduíche na Universidade de Bristol  entre agosto de 2010 e julho de 2011.

Australia- Aproveite a oportunidade do Programa CSF e estude na Australia


Além de cursos de idiomas, Austrália oferece de cursos técnicos a MBAs

  • Placa em estrada australiana alerta para a presença de animais no caminho
Atravessar o mundo para aperfeiçoar o inglês ou fazer uma especialização não é nenhum sacrifício para os cerca de 15 mil brasileiros que todos os anos escolhem a Austrália para estudar.
Clima quente, calor humano, moeda forte, mistura cultural, ensino de alto nível, paisagens lindas e oportunidades de trabalho costumam estar entre os motivos tanto de quem vai para para turbinar o inglês, como de quem procura "high school" (equivalente ao ensino médio), escolas técnicas (conhecidas por lá como VET -Vocational Educational and Training) ou universidades.
A ex-colônia britânica só declarou a independência em 1931 mas herdou de sua metrópole a tradição de investir em educação e hoje é referência em áreas como biologia, tecnologia, turismo, hospitalidade e negócios.
Para garantir a oferta e a qualidade dos programas mais focados na prática, o governo australiano mantém o sistema Tafe (The Australian Technical and Further Education) que possui um conjunto de escolas espalhadas por todo o país. Os cursos, com duração de um a dois anos, são desenvolvidos em parceria com as empresas locais e se propõem a formar mão de obra para o mercado de trabalho.
Já os cursos de graduação duram em média três anos e, por enquanto, os brasileiros precisam fazer um ano de um curso preparatório, chamado de "foundation course". O "foundation" possui conteúdo relacionado com o curso que o aluno pretende fazer na graduação.
O custo de vida na Austrália não é alto e os cursos também costumam ser mais em conta do que nos destinos de língua inglesa mais tradicionais. Mesmo assim, quem precisar de uma ajudinha pode se candidatar às bolsas de estudos, parciais ou integrais, oferecidas por universidades e pelo governo australiano.

Imagens do país

Foto 3 de 17 - Bumerangue mostrado por um aborígene. O instrumento era usado por nativos australianos tanto em momentos lúdicos como em outras atividades cotidianas, como cortar carnes e vegetais, cavar a terra em busca de raízes comestíveis e golpear a superfície da água durante a pesca Study in Australia/Divulgação
No site do Departamento de Educação, Emprego e Relações de Trabalho há informações sobre as bolsas do governo que, para brasileiros, são direcionadas especificamente a cursos de pós-graduação. Outra fonte de informações é o Australian Education International.
Curso de idioma
Se a ideia é apenas fazer um curso de inglês, cheque antes a quantidade de brasileiros matriculados na escola onde pretende estudar. Em Sydney e Brisbane, os brasileiros são numerosos, o que exigirá força de vontade extra para deixar o português de lado e se comunicar apenas em inglês.
Se aprender o idioma for o objetivo principal da viagem, considere ir para outras cidades, como Adelaide, Melbourne ou Darwin.

Canadá é uma boa opção para quem quer estudar no Exterior

Canadá é destino comum para quem deseja combinar estudo e trabalho

  • Divulgação Vista do centro financeiro de Vancouver, cidade a oeste do Canadá
A possibilidade de aliar estudos e trabalho em um país que foi menos atingido pela crise econômica está entre as principais vantagens de fazer intercâmbio no Canadá.
Com uma permissão de estudos, é possível trabalhar no campus da universidade ou do colégio no qual o estudante esteja matriculado. O seu empregador poderá ser a própria instituição educacional ou uma empresa privada situada no campus.
O estudante interessado em trabalhar pode também procurar estágios profissionais, já que o país oferece vagas em diversas áreas. Segundo Rosa Troes, da agência Canadá Intercâmbio, as áreas mais procuradas são administração, marketing, engenharia e TI (tecnologia da informação).
Nesse tipo de programa de intercâmbio, os estudantes dedicam metade do tempo ao estudo de um idioma (inglês ou francês) e a outra metade ao estágio.
Qualidade de vida e povo gentil
O Canadá é o segundo destino de maior interesse dos brasileiros, segundo levantamento de 2011 feito pela organização do Salão do Estudante, um dos maiores eventos de intercâmbio do país.
“O canadense é muito gentil e hospitaleiro, adora receber visitantes. O sotaque é fácil de entender, o que contribui muito para o aprendizado. Além disso, o país tem belas paisagens, segurança e um sistema de transporte impecável", lembra Eloá Oliveira, que estudou inglês por três meses em Vancouver.
Foto 3 de 14 - Bandeira do Canadá em frente ao Centro Harbourfront, em Toronto Victor Magdic/Flickr
Fazer inglês é mais barato que nos EUA...
No caso dos cursos de inglês, o preço é, em geral, mais acessível do que no vizinho Estados Unidos. O curso de quatro semanas, com 20 horas semanais, acomodação em casa de família, quarto individual, meia-pensão, material e taxa de localização, custa entre US$ 1.700* e US$ 2.000*, segundo as agências Experimento e CI (Central de Intercâmbio). Nos Estados Unidos, o custo parte de US$ 2.100*.
Em relação a outros destinos econômicos, o Canadá oferece as vantagens de ser mais próximo culturalmente do que a África do Sul e ter passagens mais baratas do que aquelas para a Austrália.
Além dos cursos de idioma, o Canadá também é procurado por seus cursos universitários.  Uma graduação em áreas como relações públicas,  gestão em moda e produção em 3D custa a partir de US$ 12.800* ao ano.
...mas o "high school" custa o dobro do vizinho
Primeiro em cursos de curta duração, o Canadá perde para os Estados Unidos quando o assunto é "high school" (ensino médio).
Um curso de um ano no país custará em torno de US$ 17 mil* enquanto nos Estados Unidos o valor gira em torno de US$ 8.500*. Essa quantia não considera despesas com alimentação e transporte, mas normalmente inclui moradia em casa de família ou na própria escola.
Os programas de "high school" são mais atraentes nos EUA porque recebem subsídio do governo norte-americano.
O ano letivo começa no início de setembro e termina em fim de junho. Durante o ano, há férias de junho a setembro (férias de verão) e dois intervalos de duas semanas: um em março e outro no período de festas de fim de ano, em dezembro.
Francês é opção de idioma
O Canadá é uma nação com dois idiomas oficiais: inglês e francês. O inglês é a língua mais comum, 85% dos habitantes falam inglês como primeiro ou segundo idioma; 30% dos habitantes falam francês.
Por isso, há opções de cursos nas duas línguas em todos os níveis de ensino. Os estudantes podem optar por programas que tenham o inglês ou o francês como segunda língua.

terça-feira, 4 de setembro de 2012


Science isn't mystical (but it's still cool)
Think Science can combat Religion?
Science, it would appear, is well on its way to be becoming the new mysticism, the new wonder in the world. Of course, wondering about the world isn't exactly new. Our natural curiosity has always been there, but it's just that in the past, God (or gods) got most of the credit. From Descartes to Dawkins – whether it's part of God's greater plan, or a gene that is indeed selfish – science is often seen as mystical by those who practise it.

This is actually not what science is but rather what some like to think science is, so perhaps we should call it Science. Seeing science as Science is further exacerbated by some science pundits, such as Richard Dawkins, who hold up Science as an opposing force to religion, rendering the scientific endeavour mystical to the general world: Science as God's "rational" opponent.

But this doesn't really work. It's like saying oranges are an opponent of Obama or that that you can oppose "hate" with logic. This false opposition is the fundamental problem with creationism (or intelligent design if you are a neo-conservative), both of which are pseudosciences based on God's plan. Setting up Science as the opponent of religion has the same fundamental problem: it becomes a pseudo-religion based on science. Science with a capital S would assert that science can explain (or will ultimately explain) everything – we just need the time to get there. However, this stance is faith, not science, or rather "faith in science", which is not science but a belief.

Science is instead a way to logically explain observed natural phenomena – a human construct based on observable phenomena and not belief. Nature is, and science is how we try to describe it. Clouds exist; meteorology is the science of figuring out what they are and how they affect the weather. This has nothing to do with belief. If you do want to use Science as a belief system, it doesn't work very well.

Science does not provide a final, ultimate truth as many belief systems claim to do. Science is, in fact, defined by change.

Scientific theories are educated, logical guesses at explaining observed physical phenomena and a scientific law is just the sum of our experience of a particular phenomenon, appropriately rationalised. With new observations, old theories are proved to be consistent, are modified or are completely discarded.

Scientific laws don't get off the hook either. All a scientific law means is that there has never been an instance when anyone has observed anything different – until they do, then laws too are subject to change. Many ancient societies thought that the Earth was flat and the sky was a bowl, which isn't a bad theory given the observables back in the day. The Earth looks pretty flat locally and the sky does look like a bowl. But now we know the Earth is an orb and the sky is most decidedly not an upside-down bowl. And how do we know?

New observations leading to new theories. This is science.

Both famous and not-so-famous scientists often purport that Science is the ultimate purveyor of truth, which does not help to demystify the scientific endeavour. The illustrious Lord Kelvin certainly thought science had it all wrapped up in 1900, when he famously proclaimed: "There is nothing new to be discovered in physics now."

Thankfully for us, Einstein and his partners in crime didn't listen.

I am sure that Dawkins himself would argue against this accusation of setting science up as a pseudo-religion. Judging from his usual arguments, he would likely say something along the lines of science is evidence-based and rational and religion is irrational. Setting aside the dubious assertion that religion is irrational, a belief that Science can solve everything and tell us the ultimate answer is equally irrational. Science is not, and can never be, the final arbiter of truth. There are always new pesky observables popping up capable of ruining any theory.

The practice of science is based on evidence and observable facts; it is a decidedly human attempt at understanding observations within the framework of what it can measure, test and observe. The framework itself limits science as a final arbiter of truth.

In an age when rational thinking and science are sometimes lauded as a fixed point of truth, it is wise to remember that science is not mystical – it's actually something anyone can do. The cool thing about science is exactly that: science does not transcend human understanding but it is ever moving and adapting. It is plastic and malleable, mutable and changeable and at its best is an honest search for knowledge of the natural world.

Location:Ciência não é mágica