quarta-feira, 21 de julho de 2010

Estudante do LASP defende tese


GeoTagged, [S12.99289, E38.52416]

Filpe defende sua tese hoje dia 21, Veja cartaz ao lado. Compareçam e prestigiam

Só os fortes sobrevivem



Acesse o artigo na integra

Neste artigo com título chamativo revela um pouco mais sobre mecanismos de apoptose


Whether apoptosis is relevant for interclonal competition of T cells after antigen encounter has remained uncertain. In this issue of Immunity, Wensveen et al. (2010) establish a critical role for the proapoptotic BH3-only protein Noxa in this selection

Acesse o artigo em pdf copiando o endereço abaixo e colando no seu browser

http://www.sciencedirect.com/science?_ob=MImg&_imagekey=B6WSP-50CMMYF-2-4&_cdi=7052&_user=686342&_pii=S107476131000213X&_coverDate=06%2F25%2F2010&_sk=%23TOC%237052%232010%23999679993%232179734%23FLA%23display%23Volume_32,_Issue_6,_Pages_727-862_(25_June_2010)%23tagged%23Volume%23first%3D32%23Issue%23first%3D6%23date%23(25_June_2010)%23&view=c&_gw=y&wchp=dGLbVzz-zSkzk&md5=aa7acd8a19bb7d1fc2bea979522e2546&ie=/sdarticle.pdf

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Capes divulga os países que acessam artigos brasileiros

EUA e Índia são os que mais acessam artigos brasileiros por meio de acesso livre
Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes
Quinta, 15 de Julho de 2010 17:45

Estados Unidos e Índia são os dois países que mais acessam artigos brasileiros por meio de acesso livre. Resultado da parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no âmbito do Portal de Periódicos, e a editora holandesa Elsevier, que possibilita a consulta livre, em todo o mundo, dos artigos científicos escritos por pesquisadores brasileiros em periódicos da editora.
Em uma análise dos registros durante o mês de abril, do total de 94 downloads de artigos brasileiros, feitos por 32 países, 24% foram realizados pelos Estados Unidos (EUA) e 19% pela Índia. Em seguida, estão China (10%), Afeganistão (5%) e México (4%). As informações são da editora Elsevier. Veja mais detalhes no gráfico abaixo.

Fonte: Elsevier

Desde janeiro, quando um autor submete um manuscrito para publicação em um periódico da editora, ele tem a opção de escolher se o artigo pode ou não ter seu acesso liberado. Para isso, é necessário que ele esteja afiliado a uma instituição de ensino e pesquisa brasileira e que tenha seu trabalho financiado com verbas públicas. A Capes é a responsável por indicar quais artigos ficarão disponíveis para consulta. A liberação acontece após um período, que varia conforme a área do conhecimento da pesquisa publicada.

A parceria busca aumentar ainda mais a visibilidade da produção científica brasileira, já que os artigos ficam disponíveis inclusive para pesquisadores e instituições que não têm acesso ao Portal de Periódicos.
Elsevier
A Elsevier é uma das mais antigas editoras do mundo, líder global em publicações de saúde, ciência e tecnologia. Com sede em Amsterdam, na Holanda, a editora possui mais de sete mil funcionários em 77 escritórios de 24 países, atendendo a uma comunidade de 30 milhões de cientistas, estudantes e profissionais de informação e saúde em todo o mundo.
Ao todo, a Elsevier publica mais de dois mil periódicos e 1.900 novos livros por ano, além de oferecer produtos eletrônicos inovadores, como o ScienceDirect, o Scopus e o MD Consult, entre outros.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Redução da pobreza diz IPEA


GeoTagged, [S13.00056, E38.52923]

No gráfico acima houve redução da pobreza

Em 13 anos, 12,8 milhões saíram da pobreza absoluta, mostra Ipea
Taxa de pobreza absoluta caiu de 43,4% em 1995 para 28,8% em 2008.
Distribuição de renda só registrou piora no Distrito Federal.

Quase 13 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta entre 1995 e 2008, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Pesquisas Econômicas (Ipea). Com isso, essa faixa, que considera famílias com rendimento médio por pessoa de até meio salário mínimo mensal, recuou de 43,4% para 28,8% do total da população no período.
De acordo com o Ipea, a pesquisa abrange os primeiros anos da estabilidade monetária, de 1995 a 2008, período que corresponde aos governos dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.
A maior queda foi verificada na região Sul, onde a porcentagem da população em pobreza absoluta recuou 47,1%, de 34% para 13% do total. Com isso, a região ultrapassou o Sudeste como detentora do melhor indicador – no conjunto dos quatro estados desta região, a população em pobreza absoluta recuou de 29,9% para 19,5% do total.


Na região Nordeste, houve queda de 28,8% na taxa de pobreza absoluta. Ainda assim, 49,7% da população local vivia, em 2008, com até meio salário mínimo mensal – em 1995, essa porcentagem era de 69,8%.
Pobreza extrema
Também de 1995 a 2008, saíram da pobreza extrema – caracterizada pelo rendimento médio domiciliar per capita de até um quarto de salário mínimo por mês – 12,1 milhões de brasileiros, reduzindo quase à metade a taxa de pessoas nessas condições, de 20,9% para 10,5%.
A melhora mais significativa na taxa de pobreza extrema também foi registrada na região Sul, onde o indicador recuou 59,6%, de 13,6% para 5,5% - também a menor entre as regiões pesquisadas.

No Nordeste, a pobreza extrema recuou 40,4% em 13 anos. A queda, no entanto, não foi suficiente para tirar da região a maior taxa de pobreza extrema, de 24,5% em 2008. Em 1995, A proporção da população que vivia com até um quarto de salário mínimo era de 41,8%.
Nos estados
Quando considerados os estados, as maiores reduções nas taxas de pobreza nos anos analisados foram vistas em Santa Catarina (61,4%), Paraná (52,2%) e Goiás (47,3%). Por outro lado, os estados com menor diminuição acumulada na taxa de pobreza absoluta foram: Amapá (12,0%), Distrito Federal (18,2%) e Alagoas (18,3%).
saiba mais
Brasil poderá acabar com 'pobreza extrema' em 2016, diz Ipea
Em 2008, Alagoas foi o estado que registrou a maior taxa de pobreza absoluta (56,6%), seguido do Maranhão (55,9%) e Piauí (52,9%). Em 1995, os três estados com maior taxa de pobreza absoluta eram Maranhão (77,8%), Piauí (75,7%) e Ceará (70,3%).
Para o mesmo ano (1995), os estados com menor taxa de pobreza absoluta eram São Paulo (20,7%), Distrito Federal (23,6%) e Santa Catarina (29,8%). Treze anos depois (2008), os estados com menor taxa de pobreza absoluta foram Santa Catarina (11,5%), São Paulo (12,8%) e Rio de Janeiro (18,2%).
Em relação à taxa de pobreza extrema, Maranhão (53,1%), Piauí (46,8%) e Ceará (43,7%) eram os estados com maior proporção de miseráveis no país em 1995. Treze anos depois, Alagoas foi o estado da federação com a maior taxa de pobreza extrema (32,3%), seguido do Maranhão (27,2%) e do Piauí (26,1%).
Na outra ponta, os estados com menor taxa de pobreza extrema em 2008, de acordo com o Ipea, eram Santa Catariana (2,8%), São Paulo (4,6%) e Paraná (5,7%). Em 1995, os estados que registravam menor taxa de pobreza extrema eram São Paulo (7,1%), Distrito Federal (8,8%) e Rio de Janeiro (9,9%).

Desigualdade de renda
De 1995 a 2008, apenas o Distrito Federal registrou piora na desigualdade de renda. O índice de Gini do DF passou de 0,58 para 0,62 no período – neste indicador, quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade registrada. Com a elevação, o Distrito Federal passou a ter a maior desigualdade de renda do país, seguida por Alagoas e Paraíba, ambos com 0,58.
No estado de São Paulo, que em 1995 apresentava a melhor distribuição de renda do país, com índice de Gini em 0,53, houve melhora em 2008, para 0,50. Houve melhoras mais acentuadas, no entanto, no Amapá, para 0,45, Santa Catarina (0,46) e Rondônia (0,48), estados que, em 2008, ultrapassaram São Paulo no ranking.
Trajetória da pobreza
O Ipea projeta que, em 2016, o país terá superado a miséria (pobreza extrema) e reduzido a 4% a taxa nacional de pobreza absoluta.
“Mas para que essa projeção se torne realidade, os estados terão de apresentar ritmos diferenciados de redução na miséria, uma vez que registram enorme assimetria nas taxas atuais de pobrezas extremas, como se pode observar entre Alagoas (32,3%) e Santa Catarina (2,8%)”, diz o instituto em nota.
Pelas projeções do Ipea, Santa Catarina e Paraná devem ser os primeiros estados da federação a superar a miséria, já em 2012, seguidos de Goiás, Espírito Santo e Minas Gerais, em 2013. Para o ano de 2014, poderá ser a vez dos estados de São Paulo e Mato Grosso superarem a pobreza extrema, assim como Tocantins, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, em 2015.


Dados extraidos do G1.com.br originais publicados pelo IPEA

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Sessão Cientifica nesta quinta



Nesta quinta feira 15 de Julho as 8.30 h no auditório Lasp as estudantes da Univ Berkeley Tianyi e Lisa (foto) apresentarão resultados de seus projetos de colaboração - Detecção de anticorpos ant lipídeos no diagnostico da tuberculose

domingo, 11 de julho de 2010

Espanhã campeã



España es el campeón del mundo del fútbol en 2010.

¡Felicidades

merecido

Imapcto Científico e Artimanhas

Por várias razões a valorização somente do impacto de uma revista ou artigo vem sendo questionada. Comparação de áreas diferentes do conhecimento etc, mas que o impacto de uma revista pode ser aumentado por estratégias que previamente combinadas por cientistas e editores causam mais preocupa¸ão e necessidade de discussão pelos órgãos avaliadores.
Vejam artigo da Folha de São Paulo de hoje (11.7.2010)

Artimanhas inflam produção científica


Pesquisadores e revistas científicas criam estratégias para elevar artificialmente o impacto de seus trabalhos

Criticado por cientistas, fator de impacto é o principal critério do governo para avaliar produção científica


SABINE RIGHETTI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Quando o professor de ciências farmacêuticas da Universidade Federal da Paraíba, José Maria Barbosa Filho, assumiu a editoria da Revista Brasileira de Farmacognosia, em 2005, começou uma espécie de revolução. Até então desconhecida, a revista foi inserida em bases científicas nacionais e internacionais e ganhou posições de causar inveja em rankings de publicações.
O segredo está no que ele chamou de "trabalho de garimpagem": o próprio editor convidou pesquisadores para publicarem seus trabalhos e recomendou que eles citassem artigos da própria revista em seus trabalhos. A história é um exemplo do que os editores de publicações científicas fazem para aumentar o fator de impacto (FI) de suas publicações.
O FI é o principal critério utilizado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) para avaliar a produção científica. O sistema criado em 1998 para fazer essa avaliação, o Qualis, tem sofrido críticas da academia. Segundo os cientistas, o Qualis prejudica as publicações nacionais, já que essas revistas não têm como concorrer com o FI (índice baseado no número vezes que um artigo é citado por outros) de publicações internacionais. Como estas têm mais citações e, em muitos casos, mais prestígio no meio acadêmico, os pesquisadores brasileiros preferem publicar seus trabalhos fora do país.
"Os brasileiros citam pouco os trabalhos daqui e publicam os melhores artigos fora do país. A autocitação deve ser estimulada e isso não é ilegal", afirmou Barbosa Filho à Folha.

MAQUIAGEM
A criatividade de Barbosa Filho para inflar a posição de sua revista no ranking do Qualis não é única (veja quadro abaixo). Segundo o professor da UnB Marcelo Hermes-Lima, elas derivam da política da Capes que avalia qualidade de produção científica por meio de números.
"Ficam de fora do Qualis critérios como análise de citações por região (que consideram as citações por Estado ou país)", diz Bruno Caramelli, professor da USP e editor da Revista da Associação Médica Brasileira. Caramelli integra um grupo de editores científicos que recentemente enviou um e-mail à Capes solicitando revisão dos critérios do Qualis.
"Não acredito na extinção das revistas científicas nacionais. Mas se os cientistas continuarem preferindo as internacionais, ficaremos numa situação complicada", analisa o médico.

BRASILEIRAS
A Capes diz que não há problemas em avaliar a produção científica pelas citações. "O fator de impacto é uma metodologia consolidada nas últimas quatro décadas", afirma Lívio Amaral, diretor da Avaliação Científica da instituição. Segundo ele, a política da Capes é manter o apoio às revistas brasileiras."Todos os países com desenvolvimento científico e tecnológico têm as suas revistas. Na Europa há revistas com 200 anos." Juntos, Capes e CNPq distribuem cerca de R$ 5 milhões por ano para 188 revistas científicas nacionais. Quanto melhor classificada no ranking Qualis, maior é o montante de dinheiro que a revista científica recebe das instituições de apoio.